terça-feira, 30 de dezembro de 2014
segunda-feira, 29 de dezembro de 2014
A Sagrada Família nos encoraja a oferecer calor humano
Como o Papa Francisco faz a cada domingo, rezou a oração do Angelus da janela do seu escritório no Palácio Apostólico,e reza uma Ave Maria pelas famílias em dificuldade.
Para ouvir na integra acesse o link ...
domingo, 28 de dezembro de 2014
quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

A Sagrada Escritura nos mostra que o nascimento de Jesus foi um momento de grande júbilo.
O Menino Deus recém-nascido foi adorado tanto pelos pastores , como pelos Magos do Oriente na estrebaria .
Que neste natal, bem como todos os demais que virão , nos munamos dos mesmo sentimentos que sentiram todos aqueles que estavam junto à manjedoura .
Que o amor floresça nos nossos corações , para que sejamos sempre dignos do amor de Cristo .
Façamos nossa parte em busca da felicidade ,
que a fraternidade seja nossa meta,
que encontremos a paz que tanto buscamos ...
FELIZ NATAL
quarta-feira, 24 de dezembro de 2014
Deus se faz homem na família
“Deus escolheu nascer numa família humana, que Ele mesmo formou. E a formou num vilarejo perdido da periferia do Império Romano. Não em Roma, numa grande cidade, mas numa periferia quase invisível. E não só, inclusive mal falada.”
Jesus, prosseguiu Francisco, permaneceu naquela periferia por 30 anos, levando uma vida normal, sem milagres, curas ou pregações.
“Os Evangelhos, em sua sobriedade, não referem nada acerca da adolescência e deixam esta tarefa à nossa meditação afetuosa”, disse o Papa, acrescentando que os membros da família de Nazaré poderiam servir de exemplo e inspiração para as mães, pais e até mesmo para a juventude atual.
Assim como fizeram os pais de Cristo, indicou Francisco, cada família cristã pode antes de tudo acolher Jesus, ouvi-lo, protegê-lo, e assim melhorar o mundo. “Abramos espaço no nosso coração e nos nossos dias ao Senhor”, exortou.
Todavia, reconheceu o Papa, não é fácil acolhê-lo, assim como não foi fácil nem para Maria e José, que tiveram que superar inúmeras dificuldades. “Não era uma família aparente, irreal”, explicou o Papa. Pelo contrário, ela nos empenha a redescobrir a vocação e a missão da família; e fazer com que o amor, e não o ódio, se torne normal; que o amor recíproco se torne comum, e não a indiferença ou a inimizade.
“Toda vez que há uma família que protege este mistério, mesmo que seja na periferia do mundo, o mistério do Filho de Deus está em obra. E vem para salvar o mundo".
segunda-feira, 22 de dezembro de 2014
Papa à Curia Romana: quinze doenças e tentações para um exame de consciência
O Papa Francisco recebeu em audiência na Sala Clementina os membros da Curia Romana para os tradicionais votos de Boas Festas. No seu discurso o Santo Padre referiu as quinze doenças da Cúria convidando todos a pedirem perdão a Deus que “nasce na pobreza da gruta de Belém para nos ensinar a potência da humildade”. O Papa pede um verdadeiro exame de consciência na preparação do Natal.
O Papa Francisco recebeu em audiência na Sala Clementina os membros da Curia Romana para os tradicionais votos de Boas Festas. No seu discurso o Santo Padre referiu as quinze doenças da Cúria convidando todos a pedirem perdão a Deus que “nasce na pobreza da gruta de Belém para nos ensinar a potência da humildade”. O Papa pede um verdadeiro exame de consciência na preparação do Natal.
O Papa Francisco observou que “seria belo pensar na Cúria Romana como um pequeno modelo de Igreja, ou seja, como um corpo que tenta seriamente e quotidianamente de ser mais vivo, mais são, mais harmonioso e mais unido em si próprio e com Cristo.”
O Santo Padre afirmou ainda a Igreja não pode viver sem ter uma relação vital, pessoal e autênctico com Cristo. “Vai-nos ajudar o catálogo das doenças, na esteira dos padres do deserto” – afirmou o Papa Francisco que passou a apresentar as quinze doenças ou tentações:
Sentir-se imortal ou indispensável – “Uma Curia que não faz auto-crítica, que não se atualiza é um corpo enfermo”. É o “complexo dos eleitos, do narcisismo”;
Martalismo – provêm de Marta – é a doença do excesso de trabalho – os que trabalham sem usufruirem do melhor. A falta de repouso leva ao stress e à agitação;
A mentalidade dura – ou seja, quando se perde a serenidade interior, a vivacidade e a audácia e nos escondemos atrás de papeis, deixando de ser “homens de Deus”;
A excessiva planificação – “quando o Apóstolo planifica tudo minuciosamente e pensa que assim as coisas progridem torna-se num contabilista”. É a tentação de querer pilotar o Espírito Santo;
Má coordenação – quando se perde a comunhão e o “corpo perde a sua harmoniosa funcionalidade”;
O Alzheimer espiritual – esquecer a história do encontro com Deus. Perda da memória com o Senhor. Criam muros e são escravos de ídolos.
Rivalidade e vã glória – quando o objetivo da vida são as honorificiências. Leva-nos a ser falsos e a viver um falso misticismo.
Esquizofrenia existencial – “vivem uma vida dupla fruto da hipocrisia típica do mediocre e do progressivo vazio espiritual que livenciaturas e títulos académicos não podem preencher”. Burocratismo e distância da realidade. Uma vida paralela.
Mexericos – nunca é demais falar desta doença. Podem ser homicidas a sangue frio. “É a doença dos velhacos que não tendo a coragem de falar diretamente falam pelas costas”. Defendamo-nos do terrorismo dos mexericos;
Cortejar os chefes – Carreirismo e oportunismo. “Vivem o serviço pensando unicamente àquilo que devem obter e não ao que devem dar”. Pode acontecer também aos superiores;
Indiferença perante os outros – quando se esconde o que se sabe. Quando por ciúme sente-se alegria em ver a queda dos outros em vez de o ajudar a levantar”;
Cara fúnebre – para ser sérios é preciso ser duros e arrogantes. “A severidade teatral e o pessimismo estéril são muitas vezes sintomas de medo e insegurança”. “O apóstolo deve esforçar-se por ser uma pessoa cortês, serena, entusiasta e alegre e que transmite alegria...”. “Como faz bem uma boa dose de são humorismo”;
Acumular bens materiais – “Quando o apóstolo tentar preencher uma vazio existencial no seu coração acumulando bens materiais, não por necessidade, mas só para sentir-se seguro”;
Círculos fechados – viver em grupinhos. Inicia com boas intenções mas faz cair em escândalos;
O lucro mundano e exibicionismo – “quando o apóstolo transforma o seu serviço em poder e o seu poder em mercadoria para obter lucros mundanos ou mais poder.
O Papa Francisco concluiu o seu discurso recordando de ter lido uma vez que “os sacerdotes são como os aviões, fazem notícia só quando caiem...”. “Esta frase” – observou o Papa – “é muito verdadeira porque delineia a importância e a delicadeza do nosso serviço sacerdotal e quanto mal poderia causar um só sacerdote que cai a todo o Corpo da Igreja”. (RS)
domingo, 21 de dezembro de 2014
Sacrifício, o real significado do Matrimônio

O motivo
de muitos casamentos não “funcionarem”, por assim dizer, reside na esperança
que os esposos não poucas vezes depositam no lugar errado. Muitas
pessoas têm se unido com a finalidade de satisfazer a si mesmas.
Assim, quando surgem as primeiras dificuldades, os primeiros desarranjos, o
casal entra em crise e quer se separar. Trata-se, sem dúvida, de um problema de
fé. A pessoa crê firmemente que se casou para “ser feliz”. Assim, se o seu
cônjuge não passa de um obstáculo no caminho rumo a esta “felicidade egoísta”,
nada resta senão descartar de modo definitivo esta pessoa – como se descarta um
objeto mesmo.
Neste conflito, sequer os filhos constituem um empecilho para
que os pais se divorciem. Afinal, se o que importa é a felicidade deles, o
importante são eles, nada mais. Não é que os pais que se divorciam não se
preocupem com seus filhos. É que eles estão muito preocupados consigo mesmos
para pensar em outra coisa que não seja… eles mesmos.
O verdadeiro amor é totalmente o contrário deste anseio
desordenado de autossatisfação. Ensina São Josemaría Escrivá:
“Às vezes, fala-se do amor como se fosse um impulso para
a satisfação própria, ou um simples recurso para completarmos em moldes
egoístas a nossa personalidade. E não é assim: amor verdadeiro é sair de si
mesmo, entregar-se. O amor traz consigo a alegria, mas é uma alegria com as
raízes em forma de cruz. Enquanto estivermos na terra e não tivermos chegado à
plenitude da vida futura, não pode haver amor verdadeiro sem a experiência do
sacrifício, da dor. Uma dor que se saboreia, que é amável, que é fonte de
íntima alegria, mas que é dor real, porque supõe vencer o egoísmo e tomar o
amor como regra de todas e cada uma de nossas ações.”01
Uma das passagens divinamente inspiradas mais belas é aquela em
que São Paulo compara o vínculo conjugal ao amor de Cristo pela Igreja. “As
mulheres sejam submissas a seus maridos, como ao Senhor, pois o marido é o
chefe da Igreja, seu corpo, da qual ele é o salvador” (Ef 5, 22-23), diz o
Apóstolo. “Maridos, amai as vossas mulheres, como Cristo amou a Igreja e se
entregou por ela” (5, 25).
“Como Cristo amou a Igreja e se entregou por ela”. E como Cristo
amou a Igreja? “Tendo amado os seus que estavam no mundo”, diz São João,
“amou-os até o fim” (Jo 13, 1): não só até o fim de sua vida, mas “até o cume
de toda a possibilidade de amor (…), até à extrema exigência imposta pelo amor”02. No altar do Calvário, consuma-se o
sacrifício de uma vida inteira doada por amor: a entrega de Jesus pelos Seus,
pela Igreja. É, sem dúvida, um amor alegre, mas revela-se “em forma de cruz”.
No altar do leito conjugal e da convivência diária, do mesmo
modo, consuma-se outro sacrifício de amor: a entrega matrimonial. Esta também é
uma bela oferta, que “traz consigo a alegria”, mas, sem dúvida, não é fácil de
ser feita. Assim como foi difícil para Jesus encarar o sofrimento da Cruz,
nesta vida, os filhos de Deus que se unem em matrimônio também são chamados a
entrar no Getsêmani. No horto das Oliveiras, há quase dois mil anos, Jesus
“entrou em agonia (…) e seu suor tornou-se como gotas de sangue a escorrer pela
terra” (Lc 22, 44). No vale de lágrimas que é o mundo, hoje, os casais são
chamados a doar as suas vidas, renunciando a si mesmos em prol do outro e dos
seus filhos.
O matrimônio não foi feito para que um indivíduo se faça feliz.
Ele foi concebido para que o homem e a mulher, fazendo-se instrumentos do amor
divino, daquele amor com que Cristo amou a Sua Igreja, façam-se felizes, um ao
outro. O casamento cristão não foi instituído para o egoísmo, mas para a
formação da família, pela qual os pais devem se gastar, dia após dia, como
Jesus se gastou pelos Seus.
Que os casais não percam de mente estas palavras, que devem
moldar a verdadeira paternidade: “Não pode haver amor verdadeiro sem a
experiência do sacrifício”.
sábado, 20 de dezembro de 2014
CARTA APOSTÓLICA ROSARIUM VIRGINIS MARIAE DO SUMO PONTÍFICE JOÃO PAULO II
1. O Rosário da Virgem Maria (Rosarium Virginis Mariae), que ao sopro do Espírito de Deus se foi formando gradualmente no segundo Milénio, é oração amada por numerosos Santos e estimulada pelo Magistério. Na sua simplicidade e profundidade, permanece, mesmo no terceiro Milénio recém iniciado, uma oração de grande significado e destinada a produzir frutos de santidade. Ela enquadra-se perfeitamente no caminho espiritual de um cristianismo que, passados dois mil anos, nada perdeu do seu frescor original, e sente-se impulsionado pelo Espírito de Deus a « fazer-se ao largo » (duc in altum!) para reafirmar, melhor « gritar » Cristo ao mundo como Senhor e Salvador, como « caminho, verdade e vida » (Jo 14, 6), como « o fim da história humana, o ponto para onde tendem os desejos da história e da civilização »
O Rosário, de facto, ainda que caracterizado pela sua fisionomia mariana, no seu âmago é oração cristológica. Na sobriedade dos seus elementos, concentra a profundidade de toda a mensagemevangélica,da qual é quase um compêndio.(2) Nele ecoa a oração de Maria, o seu perene Magnificat pela obra da Encarnação redentora iniciada no seu ventre virginal. Com ele, o povo cristãofrequenta a escola de Maria, para deixar-se introduzir na contemplação da beleza do rosto de Cristo e na experiência da profundidade do seu amor. Mediante o Rosário, o crente alcança a graça em abundância, como se a recebesse das mesmas mãos da Mãe do Redentor. ...
... Oração pela paz e pela família
6. A dar maior actualidade ao relançamento do Rosário temos algumas circunstâncias históricas. A primeira delas é a urgência de invocar de Deus o dom da paz. O Rosário foi, por diversas vezes, proposto pelos meus Predecessores e mesmo por mim como oração pela paz. No início de um Milénio, que começou com as cenas assustadoras do atentado de 11 de Setembro de 2001 e que regista, cada dia, em tantas partes do mundo novas situações de sangue e violência, descobrir novamente o Rosário significa mergulhar na contemplação do mistério d'Aquele que « é a nossa paz », tendo feito « de dois povos um só, destruindo o muro da inimizade que os separava » (Ef 2, 14). Portanto não se pode recitar o Rosário sem sentir-se chamado a um preciso compromisso de serviço à paz, especialmente na terra de Jesus, tão atormentada ainda, e tão querida ao coração cristão.
Análoga urgência de empenho e de oração surge de outra realidade crítica da nossa época, a da família, célula da sociedade, cada vez mais ameaçada por forças desagregadoras a nível ideológico e prático, que fazem temer pelo futuro desta instituição fundamental e imprescindível e, consequentemente, pela sorte da sociedade inteira. O relançamento do Rosário nas famílias cristãs, no âmbito de uma pastoral mais ampla da família, propõe-se como ajuda eficaz para conter os efeitos devastantes desta crise da nossa época. ...
Ler na íntegra :
( http://www.vatican.va/ )
quinta-feira, 18 de dezembro de 2014
Oração à Sagrada Família
PAPA FRANCISCO
Oração à Sagrada Família *
Jesus, Maria e José,
em Vós, contemplamos
o esplendor do verdadeiro amor,
a Vós, com confiança, nos dirigimos.
em Vós, contemplamos
o esplendor do verdadeiro amor,
a Vós, com confiança, nos dirigimos.
Sagrada Família de Nazaré,
tornai também as nossas famílias
lugares de comunhão e cenáculos de oração,
escolas autênticas do Evangelho
e pequenas Igrejas domésticas.
tornai também as nossas famílias
lugares de comunhão e cenáculos de oração,
escolas autênticas do Evangelho
e pequenas Igrejas domésticas.
Sagrada Família de Nazaré,
que nunca mais se faça, nas famílias, experiência
de violência, egoísmo e divisão:
quem ficou ferido ou escandalizado
depressa conheça consolação e cura.
que nunca mais se faça, nas famílias, experiência
de violência, egoísmo e divisão:
quem ficou ferido ou escandalizado
depressa conheça consolação e cura.
Sagrada Família de Nazaré,
que o próximo Sínodo dos Bispos
possa despertar, em todos, a consciência
do carácter sagrado e inviolável da família,
a sua beleza no projecto de Deus.
que o próximo Sínodo dos Bispos
possa despertar, em todos, a consciência
do carácter sagrado e inviolável da família,
a sua beleza no projecto de Deus.
Jesus, Maria e José,
escutai, atendei a nossa súplica.
escutai, atendei a nossa súplica.
( http://w2.vatican.va/ )
quarta-feira, 17 de dezembro de 2014
Comissão cancela votação do Estatuto da Família
Foi cancelada a reunião de hoje da comissão especial que analisa o projeto de lei do Estatuto da Família (PL 6583/13). Este é o terceiro adiamento da leitura e votação do substitutivo do deputado Ronaldo Fonseca (Pros-DF). Ainda não foi marcada nova data.
Na semana passada, foi feito um pedido de vista coletivo do texto. As deputadas Erika Kokay (PT-DF) e Manuela d’Ávila (PCdoB-RS) usaram vários recursos para obstruir os trabalhos, como pedidos de leitura da ata e questões de ordem.
Erika Kokay apresentou 11 emendas por meio das quais tenta retirar do texto os pontos mais polêmicos. "[As emendas são] para tirar o caráter absolutamente homofóbico que o projeto tem. Esse parecer do relator é um verdadeiro manifesto a favor do ódio homofóbico e da exclusão de parcela significativa da sociedade brasileira. Primeiramente, porque o conceito de família não pode se contrapor à interpretação que o STF deu [em 2011]. Nós temos vários arranjos familiares e todos têm que ser considerados", disse a deputada.
O deputado Ronaldo Fonseca já adiantou, no entanto, que não acatará nenhuma das emendas apresentadas a seu substitutivo. "Vou me manifestar recusando todas porque ferem o mérito. Vou rejeitar todas", declarou.
O texto define família como o núcleo formado pela união entre homem e mulher, obriga a inclusão da disciplina "Educação para a Família" no currículo escolar e modifica o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/90) para proibir a adoção de crianças por casais homossexuais.
A maioria dos integrantes da comissão especial é favorável ao texto do relator. A resistência parte das bancadas do PT e do PCdoB. A tramitação da matéria é conclusiva nas comissões, mas um eventual requerimento assinado por, no mínimo, 51 deputados poderá levá-la também à apreciação do Plenário da Câmara.
( http://www2.camara.leg.br/camaranoticias )
Aborto ampliado no Brasil?
No Brasil, – por mais que os defensores do homicídio no ventre materno tentem afirmar, distorcidamente, o contrário – não existe aborto legal.
Pois bem, feita esta afirmação, resta responder uma questão crucial: por que se fala, então, que em dois casos presentes no Código Penal (CP), o aborto é legal? – Fala-se simplesmente por má-fé ou ignorância do tema, segundo veremos neste artigo.
Com efeito, assim está redigido o artigo 128 do CP: “Não se pune o aborto praticado por médico: I – se não há outro meio de salvar a vida da gestante; II – se a gravidez resulta de estupro e o aborto é precedido de consentimento da gestante ou, quando incapaz, de seu representante legal”.
Note-se que a expressão “não se pune” é inconfundível, ou seja, estamos, sim, diante de um crime, mas que, devido a um recurso legal especial concessivo chamado de “escusa absolutória”, não é punível. Tal escusa é a mesma que não .
pune, por exemplo, os filhos que furtam os próprios pais (art. 181, CP) ou a mãe que esconde o filho delinquente da polícia (art. 340, § 2 CP). Em suma, a referida escusa isenta o criminoso da pena, mas nem por isso legaliza o ato delituoso.
Explica-nos, com seu conhecimento jurídico, o Dr. Marco Antonio da Silva Lemos o artigo em comento afirmando que “em nossa legislação penal, o aborto é e continua crime, mesmo se praticado por médico para salvar a vida da gestante e em caso de estupro, a pedido da gestante ou de seu responsável legal. Apenas – o que a legislação infraconstitucional pode e deve fazer, porque a Constituição, como irradiação de grandes normas gerais, não é código e nem pode explicitar tudo – não será punido penalmente, por razões de política criminal” (Correio Braziliense, 18/12/95, Caderno de Direito e Justiça, p. 6).
Ora, além dessas formas de homicídios não puníveis, o novo Projeto de Código Penal (PL-CP) tenciona liberar completamente o aborto, se praticado por vontade da gestante, até a 12ª semana de gestação, desde que um médico ateste que aquela mãe não tem condições psicológicas de cuidar do fruto do seu ventre. Ora, aqui reside, segundo o Dr. Gregório Vivanco Lopes, experiente advogado, um gravíssimo perigo, pois “as clínicas abortistas vão manter quantos psicólogos ou médicos se queiram para atestar que a mãe não tem ‘condições psicológicas’ para arcar com a maternidade e, portanto, pode providenciar a morte de seu filho” (Catolicismo n. 741, set. 2012, p. 34).
Mais: deixa de ser considerado crime o aborto em casos de anencefalia (conceito amplamente controverso) que foram, indevidamente, liberados pelo Supremo Tribunal Federal e também se prevê, na nova redação do PL-CP, a prática do aborto “quando o feto padecer de graves e incuráveis anomalias que inviabilizem a vida extra-uterina”, desde que tal ocorrência seja atestada por dois médicos. Mais um perigo!
Voltando, no entanto, aos dois casos previstos no art. 128 em que o atual Código Penal já não pune o crime do aborto, a nova redação é ainda mais permissiva e dúbia. Sim, no caso I, a atual redação que diz “se não há outro meio de salvar a vida da gestante”, é substituída por esta mais ampla: “se houver risco à vida e à saúde da gestante”, ou seja, “o risco de vida” parece ficar à livre interpretação de terceiros e pode desfechar em aborto mesmo sem a anuência da gestante (ou de seu representante legal) e – pasme! – até sem o consentimento dela.
No caso II, em que não há punição “se a gravidez resulta de estupro e o aborto é precedido de consentimento da gestante ou, quando incapaz, de seu representante legal”, tem-se, no novo PL-CP, uma ampliação, a nosso ver, muito ambígua. Ei-la: “se a gravidez resulta de violação da dignidade sexual, ou do emprego não consentido de técnica de reprodução assistida”.
Eis um pouco do muito que se poderia dizer a respeito das ameaças abortistas que pairam sobre o Brasil com o PL-CP tramitando na Comissão de Constitucionalidade do Senado Federal nestes dias. Contesta-se o 5º Mandamento da Lei de Deus “Não matarás” (Êx 20,13) a fim de patrocinar com dinheiro público, apesar de termos o sistema de saúde caótico, um pecado que devido à sua extrema gravidade “clama aos céus por vingança” (Gn 4,10).
Assine a petição ao Senado e divulgue-a: http://www.citizengo.org/pt-pt/14700-perigo-aborto-volta-no-codigo-penal.
( http://www.zenit.org/ )
terça-feira, 16 de dezembro de 2014
Comissão adia votação do Estatuto da Família para amanhã - 17/12/2014
A comissão especial que analisa o projeto de lei do Estatuto da Família (PL6583/13) adiou para amanhã a leitura e votação do substitutivo do deputado Ronaldo Fonseca (Pros-DF). Na semana passada, foi feito um pedido de vistacoletivo do texto. As deputadas Erika Kokay (PT-DF) e Manuela d’Ávila (PCdoB-RS) usaram vários recursos para obstruir os trabalhos, como pedidos de leitura da ata e questões de ordem.
Erika Kokay apresentou 11 emendas por meio das quais tenta retirar do texto os pontos mais polêmicos. "[As emendas são] para tirar o caráter absolutamente homofóbico que o projeto tem. Esse parecer do relator é um verdadeiro manifesto a favor do ódio homofóbico e da exclusão de parcela significativa da sociedade brasileira. Primeiramente, porque o conceito de família não pode se contrapor à interpretação que o STF deu [em 2011]. Nós temos vários arranjos familiares e todos têm que ser considerados", disse a deputada.
O deputado Ronaldo Fonseca já adiantou, no entanto, que não acatará nenhuma das emendas apresentadas a seu substitutivo. "Vou me manifestar recusando todas porque ferem o mérito. Vou rejeitar todas", declarou.
O texto define família como o núcleo formado pela união entre homem e mulher, obriga a inclusão da disciplina "Educação para a Família" no currículo escolar e modifica o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/90) para proibir a adoção de crianças por casais homossexuais.
Enquete e videochat
A enquete sobre o projeto de lei que trata do Estatuto da Família já bateu todos os recordes de acessos ao site da Câmara dos Deputados. Até hoje, participaram da enquete 4.457.964 internautas. Pergunta-se aos internautas se concordam com a definição de família como núcleo formado a partir da união entre homem e mulher, prevista no projeto. O resultado até agora é o seguinte: 49,95% responderam que sim; 49,74% disseram não; e 0,31% não tem opinião formada.
A enquete sobre o projeto de lei que trata do Estatuto da Família já bateu todos os recordes de acessos ao site da Câmara dos Deputados. Até hoje, participaram da enquete 4.457.964 internautas. Pergunta-se aos internautas se concordam com a definição de família como núcleo formado a partir da união entre homem e mulher, prevista no projeto. O resultado até agora é o seguinte: 49,95% responderam que sim; 49,74% disseram não; e 0,31% não tem opinião formada.
Em maio, em videochat que debateu com internautas a criação do Estatuto da Família, o relator da proposta, deputado Ronaldo Fonseca, defendeu o amplo debate com a sociedade em torno de temas polêmicos, como o conceito de família que desconsidera as uniões estáveis entre pessoas do mesmo sexo.
Discussão da proposta
Na reunião desta terça, Ronaldo Fonseca fará a leitura oficial de seu parecer. Em seguida, o texto poderá ser discutido e votado na comissão especial, que tem maioria de parlamentares favoráveis ao texto do relator. A resistência ao texto parte das bancadas do PT e do PCdoB.
Na reunião desta terça, Ronaldo Fonseca fará a leitura oficial de seu parecer. Em seguida, o texto poderá ser discutido e votado na comissão especial, que tem maioria de parlamentares favoráveis ao texto do relator. A resistência ao texto parte das bancadas do PT e do PCdoB.
A tramitação da matéria é conclusiva nas comissões, mas um eventual requerimento assinado por, no mínimo, 51 deputados poderá levá-la também à apreciação do Plenário da Câmara.
A reunião será realizada às 10h30. O local não foi definido.
Ainda é possível participar de enquete sobre o tema.
( http://www2.camara.leg.br/ )
Esse projeto criará o estatuto da FAMÍLIA
Familias Carismáticas Católicas nos unamos nesse momento ... AINDA dá tempo de votar ...
http://www.votenaweb.com.br/
http://www.votenaweb.com.br/
segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
Reunidos em família preparando a vinda do Senhor .
Durante o Advento, preparamo-nos para celebrar bem o Natal de Jesus. Que em nós reaviva a certeza de que não estamos sozinhos no mundo. O Deus da esperança caminha conosco e conduz a história; também acompanha a nossa vida pessoal e nos ajuda a superarmos os males e a alcançarmos a felicidade e a vida plena.
O Natal celebra na fé o fato mais extraordinário já acontecido entre nós: o Filho de Deus se fez homem por meio da Virgem Maria, para santificar este mundo e nossas pessoas mediante o Mistério da sua admirável Encarnação. Nosso Deus é “Emanuel”, Deus conosco. Ele está no meio de nós!
Esse é o momento de celebrarmos em família a novena do Natal ,
É o momento de reconciliação e de paz.
É o momento dos pais falaram para os filhos sobre o Natal .
A novena pode ser feita de 15 a 23 de dezembro .
domingo, 14 de dezembro de 2014
Pedido de vista adia para a próxima semana votação do Estatuto da Família
Foi adiada para a próxima terça-feira (16), às 14h30, a leitura e votação do substitutivo do deputado Ronaldo Fonseca (Pros-DF) ao projeto de lei do Estatuto da Família (PL6583/13). A comissão especial que analisa a proposta recebeu um pedido de vista coletivo do texto.
Depois de a reunião ter sido aberta no final da tarde, as deputadas Erika Kokay (PT-DF) e Manuela d’Ávila (PCdoB-RS) usaram vários recursos para obstruir os trabalhos, como pedidos de leitura da ata e questões de ordem.
Erika Kokay apresentou 11 emendas por meio das quais tenta retirar do texto os pontos mais polêmicos. "[As emendas são] para tirar o caráter absolutamente homofóbico que o projeto tem. Esse parecer do relator é um verdadeiro manifesto a favor do ódio homofóbico e da exclusão de parcela significativa da sociedade brasileira. Primeiramente, porque o conceito de família não pode se contrapor à interpretação que o STF deu [em 2011]. Nós temos vários arranjos familiares e todos têm que ser considerados", disse a deputada.
O deputado Ronaldo Fonseca já adiantou, no entanto, que não acatará nenhuma das emendas apresentadas a seu substitutivo. "Vou me manifestar recusando todas porque ferem o mérito. Vou rejeitar todas", declarou.
O texto define família como o núcleo formado pela união entre homem e mulher, obriga a inclusão da disciplina "Educação para a Família" no currículo escolar e modifica o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/90) para proibir a adoção de crianças por casais homossexuais.
Discussão da proposta
Na próxima terça-feira, Ronaldo Fonseca fará a leitura oficial de seu parecer. Em seguida, o texto poderá ser discutido e votado na comissão especial, que tem maioria de parlamentares favoráveis ao texto do relator. A resistência ao texto parte das bancadas do PT e do PCdoB.
Na próxima terça-feira, Ronaldo Fonseca fará a leitura oficial de seu parecer. Em seguida, o texto poderá ser discutido e votado na comissão especial, que tem maioria de parlamentares favoráveis ao texto do relator. A resistência ao texto parte das bancadas do PT e do PCdoB.
A tramitação da matéria é conclusiva nas comissões, mas um eventual requerimento assinado por, no mínimo, 51 deputados poderá levá-la também à apreciação do Plenário da Câmara.
Uniões homoafetivas
O deputado Ronaldo Fonseca comentou a pesquisa divulgada nesta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre casamento homossexual. A pesquisa foi realizada em 2013, quando começou a vigorar a resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que autoriza os cartórios a oficializar uniões estáveis entre pessoas do mesmo sexo.
O deputado Ronaldo Fonseca comentou a pesquisa divulgada nesta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre casamento homossexual. A pesquisa foi realizada em 2013, quando começou a vigorar a resolução do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que autoriza os cartórios a oficializar uniões estáveis entre pessoas do mesmo sexo.
Naquele ano, foram registrados 3.701 uniões desse tipo, correspondentes a 0,35% do total. A maior parte (52%) dos casais é formada por mulheres.
"Vejo isso como normal. Foi uma decisão nova do Supremo Tribunal Federal, que inovou em legislação, e eles estão correndo atrás do prejuízo, querendo casar e fazer união estável, o que, neste momento, autorizado pelo Supremo Tribunal Federal, os cartórios estão fazendo. Eu esperava que fosse um número maior, porque dizem que têm tantos homossexuais no Brasil e tantos interessados no casamento e na união estável, que achei esse número até baixo", disse Ronaldo Fonseca.
Enquete
A definição de família como núcleo formado a partir da união entre e homem e mulher, prevista no Estatuto da Família, é alvo de enquete no site da Câmara. Quase 4,5 milhões de pessoas já responderam, e o resultado está equilibrado: 49,7% são favoráveis e 50% acham que conceito de família é mais abrangente.
A definição de família como núcleo formado a partir da união entre e homem e mulher, prevista no Estatuto da Família, é alvo de enquete no site da Câmara. Quase 4,5 milhões de pessoas já responderam, e o resultado está equilibrado: 49,7% são favoráveis e 50% acham que conceito de família é mais abrangente.
sábado, 13 de dezembro de 2014
" A VIDA FAMILIAR É ESSENCIAL PARA A SAUDE DE TODA A SOCIEDADE" (Papa Francisco).
Estatuto da Família inclui nova união, pais e mães solteiros, viúvos e homossexuais
Diante dos questionamentos e dúvidas sobre a enquete que trata do conceito de família no Projeto de Lei 6583/2013, disponível no site da Câmara dos Deputados, a coordenação da Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF), organismo vinculado à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), esclarece pontos necessários sobre a proposta. Antes de votar na enquete, vale entender mais o assunto debatido.
De acordo com a Pastoral Familiar, "a grande maioria daqueles que tem votado contra a proposta sequer parou para ler o texto, como indicam os comentários deixados no espaço reservado à enquete, e tem sido influenciada por pressão de alguns grupos". A orientação da CNPF é simples: votar "sim" ao Estatuto da Família que tramita na Câmara dos Deputados. A coordenação afirma que este será um voto consciente "em favor dos benefícios para a pessoa, para a família e para a própria sociedade brasileira".
-Vote na enquete.
A Comissão lembra, ainda, que diferente dos comentários nas redes sociais, o "Estatuto da Família na Câmara inclui nova união, pais e mães solteiros, viúvos e até mesmo os homossexuais". Confira abaixo, a íntregra do texto:
Estatuto da Família na Câmara inclui nova união, pais e mães solteiros, viúvos e até mesmo os homossexuais
Desde fevereiro deste ano, o Portal da Câmara dos Deputados vem realizando uma enquete sobre o conceito de família que consta no Projeto de Lei 6583/2013, que dispõe sobre o Estatuto da Família. A grande maioria daqueles que tem votado contra a proposta sequer parou para ler o texto, como indicam os comentários deixados no espaço reservado à enquete, e tem sido influenciada por pressão de alguns grupos que não têm hesitado em usar de mentiras para tentar desqualificar a proposta. Por outro lado, também os que são favoráveis à proposta a desconhecem, insistindo somente na configuração familiar formada por um homem, uma mulher e filhos.
O que diz a proposta? No art. 2 da Projeto de Lei,"define-se entidade familiar como o núcleo social formado a partir da união entre um homem e uma mulher, por meio de casamento ou união estável, ou ainda por comunidade formada por qualquer dos pais e seus descendentes." Esse núcleo formado da união entre um homem e uma mulher engloba também os divorciados recasados no civil. Ademais, fica claro que a proposta não exclui, como dizem alguns, mas, ao contrário, inclui, as famílias monoparentais (pais e mães solteiros ou divorciados com seus filhos) ou viúvos e viúvas, ao afirmar que essa comunidade familiar pode ser formada por um dos pais e seus descendentes. É bom lembrar que essa comunidade familiar, da qual fala o texto, também passou, em algum momento, pela experiência nuclear da união entre um homem e uma mulher.
Na verdade, o Projeto de Lei, no que concerne o conceito de família, retoma o que na Constituição Federal já está consolidado no Art. 226. Neste sentido, não há nada de novo. O que há de novo são as propostas efetivas de políticas públicas favoráveis à família, com maior participação política e social dessa instituição natural, base e fundamento da sociedade, como dizem a Constituição Federal do Brasil e a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Muitos países desenvolvidos já vem elaborando políticas públicas em favor da família e do exercício de sua plena cidadania. No Brasil as famílias precisam de apoio para cumprir muitas de suas funções sociais e para isso torna-se urgente incorporar a dimensão de família nas políticas econômicas e sociais e em políticas públicas específicas. Cabe, então, perguntar se o país deseja realmente buscar esse desenvolvimento humano e social, que passa pelo apoio efetivo à família.
Portanto, onde está o problema em torno ao Estatuto da Família? O Estatuto contraria indiretamente as decisões anti-democráticas e antropologicamente não resolvidas a respeito da união homoafetiva promulgadas pelo Supremo Tribunal Federal e pelo Conselho Nacional de Justiça, respectivamente em 2011 e 2013. Um debate honesto sobre este assunto na sociedade brasileira deveria fazer a distinção entre "igualdade" de direitos e equidade na aplicação do mesmo. Não se trata de fazer discriminação injusta, mas necessárias distinções, entendidas inclusive por uma grande parcela de pessoas homossexuais: o Estado e a sociedade ainda não discutiram suficientemente sobre o modo de se garantir direitos patrimoniais de uma sociedade de convivência criada por duas pessoas do mesmo sexo, sem que isso signifique equiparar simplesmente, sobre a base do intercâmbio de afetos, a união homoafetiva ao casamento entre um homem e uma mulher.
De resto, como tem afirmado a sabedoria popular muitas vezes veiculada nas redes sociais, até os homossexuais vieram do núcleo formado pela união de um homem e uma mulher! As decisões do judiciário brasileiro se fundamentaram em etéreas interpretações do que está escrito, de forma clara, na Constituição Federal, sem que esta fosse mudada. Portanto, opinar favoravelmente sobre o conceito de família proposto pelo Estatuto da Família não é mais do que afirmar o que continua sendo constitucional. Por outro lado, deve preocupar a todos e causar reações da sociedade, a proposta do Estatuto das Famílias (PLS 470/2013), da Senadora baiana Lídice da Mata, que tramita no Senado, cujo texto coloca sérias questões constitucionais ao se pretender mudar tudo o que existe hoje sobre direito de família no Código Civil Brasileiro, e isso sem muito debate com a sociedade brasileira. Para ser bem claro e em favor dos benefícios para a pessoa, para a família e para a própria sociedade brasileira: SIM ao Estatuto da Família que tramita na Câmara dos Deputados; NÃO ao Estatuto das Famílias que tramita no Senado.
Roque e Veronica Rhoden
Casal Coordenador Nacional da Pastoral Familiar da CNBB
Pe. Rafael Fornasier
Assessor da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB
*Apresente seu apoio ao projeto de Estatuto da Família ao relator do projeto, que apresentará seu parecer na semana que vem, o Dep. Ronaldo Fonseca (PROS-DF): dep.ronaldofonseca@ camara.leg.br e tel: (61) 3215-5382.
sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
“O amor é a nossa missão. A família plenamente viva”.
Cidade do Vaticano (RV) – As verdades essenciais da família não podem ser colocadas em discussão. É o que escreve o Papa Francisco na carta enviada ao Presidente do Pontifício Conselho para a Família, Dom Vincenzo Paglia, por ocasião do Encontro Mundial das Famílias a ser realizado na Filadélfia, Estados Unidos, de 22 a 27 de setembro de 2015. O Pontífice participará do evento que terá por tema “O amor é a nossa missão. A família plenamente viva”.
“Não podemos qualificar uma família com conceitos ideológicos – reitera o Papa na mensagem – não podemos falar de família conservadora e de família progressista. A família é a família!”.
Desafios pastorais
“Os valores e as virtudes da família, as suas verdades essenciais – escreve Francisco – são os pontos de força nos quais se apoia o núcleo familiar e não podem ser colocados em discussão. Somos chamados, ao contrário, a rever o nosso estilo de vida que está sempre exposto ao risco de ser ‘contagiado’ por uma mentalidade mundana – individualista, consumista, hedonista – e a reencontrar sempre de novo o caminho principal para viver e propor a grandeza e a beleza do matrimônio e a alegria de ser e fazer família”.
“A missão da família cristã, hoje como ontem – afirma o Santo Padre – é a de anunciar ao mundo, com a força do Sacramento nupcial, o amor de Deus. A partir deste mesmo anúncio nasce e se constroi uma família viva, que coloca a centelha do amor no centro de todo o seu dinamismo humano e espiritual. Se, como dizia Santo Irineu: «Gloria Dei vivens homo» (Adv. Haer., IV, 20, 7), também uma família que, com a graça do Senhor, vive em plenitude a própria vocação e missão lhe rende glória”.
Próximos passos
“As indicações do Relatório final do recente Sínodo e as que guiam o caminho para a próxima Assembleia ordinária de outubro de 2015 – sublinha Francisco – convidam a prosseguir no compromisso de anunciar o Evangelho do matrimônio e da família e de experimentar as propostas pastorais no contexto social e cultural em que vivemos. Os desafios de tal contexto nos estimulam a ampliar os espaços do amor fiel aberto à vida, à comunhão, à misericórdia, à partilha e à solidariedade”. Francisco exorta assim “os cônjuges, os sacerdotes e as comunidades paroquiais, assim como os movimentos e as associações, a deixarem-se guiar pela palavra de Deus, na qual se apoiam os fundamentos do santo edifício da família Igreja doméstica e família de Deus (cfr Conc. Ecum. Vat. II, Cost. dogm. sulla Chiesa Lumen gentium, 6; 11)”. (JE)
quinta-feira, 11 de dezembro de 2014
Vaticano divulga primeiro documento para o Sínodo
Parte do relatório elaborado pela última Assembleia Extraordinária, realizada no último mês de outubro, integra o primeiro dos documentos a serem apresentados pelo Vaticano para a 14ª Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos. A reunião sinodal acontecerá no período de 4 a 25 de outubro de 2015 com a participação de padres sinodais de diversas partes do mundo.
O próximo Sínodo debaterá “A vocação e a missão da família na Igreja e no mundo contemporâneo”. Será uma continuação das reflexões iniciadas em 2014 sobre os desafios da evangelização da família. A realização do Sínodo em duas etapas foi escolha do papa Francisco, que pela primeira vez adotou esse modelo para os trabalhos da Assembleia.
O texto foi divulgado pelo Vaticano na terça-feira, 9. Intitulado de lineamenta, traz reflexões da Assembleia Extraordinária, que antecedeu o Sínodo Ordinário. O documento está organizado em três partes: “A escuta – o contexto e os desafios sobre família”, “O olhar sobre Cristo: o Evangelho da Família” e “O confronto: perspectivas pastorais”.
Para facilitar o aprofundamento dos temas contidos no relatório, foram acrescentadas à lineamenta algumas perguntas que ajudarão a elaborar o Instrumentum laboris (Documento de Trabalho) da próxima Assembleia.
A primeira versão do Documento publicado em italiano foi enviada às Conferências Episcopais, aos Sínodos das Igrejas Orientais Católicas sui iuris, à União dos Superiores Religiosos e aos Dicastérios da Cúria Romana. A proposta é que ele seja estudado e debatido nas comunidades, com a participação dos fiéis. Os resultados dessa consulta serão enviados à Secretaria Geral do Sínodo dos Bispos até 15 de abril do próximo ano.
MISSA DE ENVIO DA COORDENAÇÃO DIOCESANA, EQUIPE DIOCESANA E CONSELHO DIOCESANO
MISSA DE ENVIO DA COORDENAÇÃO DIOCESANA, EQUIPE DIOCESANA E CONSELHO DIOCESANO: Dia 14 de Dezembro, domingo teremos a Santa Missa de Envio, que acontecerá na Paróquia Nossa Senhora das Graças, às 15h e será presidida por nosso Bispo, Dom Paulo Roberto! É fundamental a presença de todos os coordenadores e servos, pois é o envio para um novo tempo de coordenação diocesana e sabemos que, para cada nova missão, o Senhor nos dá uma nova Unção. Uma oportunidade única de tomarmos posse da Unção de um tempo novo e dar graças ao Senhor por todas as maravilhas que Ele tem realizado na RCC
!http://novo.rccfranca.org.br/missa-de-encerramento-e-envio-da-nova-coordenacao/
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
Coordenação Estadual MPF
" Aconteceu neste final de semana, 28 a 30 de novembro, na cidade de Bebedouro – Diocese de Jaboticabal, SP, a Assembleia Estadual da RCC SP que realizou oficialmente a transição de coordenadores para o novo biênio.
É tempo de celebrar as maravilhas que Deus nos prodigalizou durante estes últimos anos. É tempo favorável de celebrar a unidade realizada pelo Espírito Santo aqui em nosso Estado! ...
... houve o momento de transição dos ministérios estaduais e foram definidos e apresentados os nomes daqueles que comporão a coordenação ministerial para o próximo biênio:
COORDENAÇÃO ESTADUAL MPF:
André e Jacqueline/Diocese de Franca.
segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
MINHA VOCAÇÃO É O AMOR!
Que esse novo ano que se inicia tenhamos por meta o Amor, como Santa Terezinha do Menino Jesus nos ensina tão bem no Livro ...
"Compreendi que só o Amor fazia agir os membros da Igreja, que se o Amor se extinguisse, os Apóstolos não anunciariam mais o Evangelho, os Mártires se recusariam a derramar seu sangue..... Compreendi que o AMOR E NCERRAVA TODAS AS VOCAÇÕES, QUE O AMOR ERA TUDO, QUE ELE ABRANGE TODOS OS TEMPOS E TODOS OS LUGARES... NUMA PALAVRA QUE ELE É ETERNO!..........."
"Então no excesso de minha alegria delirante, exclamei: Ó Jesus, meu Amor..... minha Vocação, enfim eu a encontrei, MINHA VOCAÇÃO É O AMOR!...."
"Sim encontrei meu lugar na Igreja e esse lugar, ó meu Deus, foste tu que mo deste.... no Coração da Igreja, Madre, eu serei o Amor... assim serei tudo.... assim meu sonho será realizado!!!...."
Retirado de :
A história de uma alma
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O Papa Francisco com uma Carta apostólica em forma de motu próprio, Summa familiae cura , decidiu potenciar o Instituto João Paulo...


