domingo, 5 de abril de 2015
sábado, 4 de abril de 2015
sexta-feira, 3 de abril de 2015
domingo, 8 de março de 2015
Francisco: mundo que marginaliza as mulheres é estéril
Após o Angelus deste domingo (08/03), o Santo Padre saudou
vários grupos de peregrinos presentes na Praça São Pedro. Entre eles, Francisco
saudou os fiéis de Roma e os peregrinos provenientes de Curitiba. E fez um
pedido: “durante esta Quaresma, procuremos estar mais próximos das pessoas que
estão passando por momentos difíceis: próximos com o afeto, a oração e a
solidariedade.
O Papa Francisco recordou em
seguida que neste domingo, 8 de março comemora-se do Dia Internacional da
Mulher. O Santo Padre fez uma saudação a todas as mulheres que diariamente
buscam construir uma sociedade mais humana e acolhedora. E um muito obrigado a
todas aquelas que de mil maneiras testemunham o Evangelho e trabalham na Igreja.
"Hoje, 8 de
março, uma saudação a todas as mulheres! Todas as mulheres que todos os dias
procuram construir uma sociedade mais humana e acolhedora.
E um fraterno obrigado também àquelas que de
mil maneiras testemunham o Evangelho e servem na Igreja. Esta é uma ocasião
para reafirmar a importância das mulheres e a necessidade da sua presença na
vida.
Um mundo onde as mulheres são marginalizadas é
um mundo estéril, porque as mulheres não somente trazem a vida, mas nos
transmitem a capacidade de ver além, elas veem além.
Elas nos transmitem a
capacidade de compreender o mundo com olhos diferentes, de sentir as coisas com
um coração mais criativo, mais paciente, mais tenro.
Uma oração e uma bênção
particular para todas as mulheres aqui presentes nesta Praça e para todas as
mulheres!"
( http://www.news.va/ )
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015
os filhos são um dom de Deus!
Após ter refletido, nas audiências anteriores, sobre a figura
dos pais, o Santo Padre dedicou a sua catequese de hoje aos filhos, tomando
como exemplo a figura do profeta Isaias: “Os seus filhos se reuniram e vêm até
você. Os seus filhos vêm de longe; suas filhas vêm carregadas no colo. Então,
bastará ver e seu rosto se iluminará, seu coração parecerá explodir de emoção”.
Eis uma esplêndida imagem da
felicidade, disse o Papa, que se realiza no encontro dos pais com os filhos,
que caminham juntos, rumo a um futuro de liberdade e de paz, depois de um longo
tempo de privações e separação.
Logo, há uma íntima ligação
entre a esperança de um povo e a harmonia entre as gerações. A alegria dos
filhos faz palpitar os corações dos pais e alarga os horizonte do futuro:
“Os
filhos são a alegria da família e da sociedade. Eles não são um problema da
biologia reprodutiva, tampouco um dos tantos modos de realização pessoal ou de
posse dos próprios pais. Os filhos são um dom. Cada um é único e irrepetível e,
ao mesmo tempo, inconfundivelmente ligado às suas raízes. Segundo os desígnios
de Deus, os filhos trazem em si a memória e a esperança de um amor que lhes deu
origem, de forma original e nova”.
Por isso, disse o Papa, eles
devem ser amados por aquilo que são, não porque são bonitos, bons, saudáveis;
não porque pensam como seus pais ou porque encarnam os seus desejos. Um filho é
um filho: é uma vida gerada pelos pais, mas para o bem deles, pelo bem da
família, da sociedade e de toda a humanidade:
“Daqui
vem a profundidade da experiência humana de ser filho ou filha, que nos permite
descobrir a “dimensão mais gratuita do amor”: a beleza de ser amados por
primeiro, antes de dar os primeiros passos ou de falar e pensar, antes mesmo de
virem ao mundo. Os filhos são a condição fundamental para conhecer o amor de
Deus”.
Na alma de cada filho, por mais
vulnerável que seja, frisou o Papa, Deus coloca o sigilo deste amor, que está à
base da sua dignidade pessoal: uma dignidade que ninguém e nada podem destruir.
Hoje em dia, acrescentou o
Papa, podemos aprender a boa relação entre as gerações tomando como exemplo o
nosso Pai celeste, que deixa cada um de nós livre, mas nunca nos deixa
sozinhos. Nosso Pai celeste quer que seus filhos sejam corajosos e progridam
sempre na vida. Os filhos, por sua vez, não devem ter medo de construir um
mundo novo, melhor do que aquele que receberam.
O quarto Mandamento,
acrescentou Francisco, pede para que os filhos honrem seus pais. A união
virtuosa entre as gerações é a “garantia do futuro”, de uma história realmente
humana. Uma sociedade de filhos que não honra seus pais é uma sociedade avara
de geração, que não quer ser circundada de filhos, pois os considera um peso,
uma preocupação, um risco. Esta é uma sociedade oprimida. É uma sociedade egoísta!
E acrescentou:
“A
vida se rejuvenesce e adquire novas energias por multiplicar-se. A
multiplicação das gerações consiste em um mistério que enriquece a vida de
todos. Somente olhando para Jesus, o Filho eterno, aprenderemos a ser filhos
melhores, com os nossos pais na terra e com o nosso Pai no Céu”.
Ao término da sua catequese
semanal, o Papa Francisco pediu alguns momentos de silêncio para que os pais
pensem em seus filhos e que os filhos pensem em seus pais e, juntos, agradeçam
pelo dom da vida.
Por fim, antes de cumprimentar
os diversos grupos de peregrinos, presentes na Praça São Pedro, Francisco
disse, textualmente: “Quanto é belo ver os pais elevarem seus filhos pequeninos
para receberem a bênção do Papa. Este é um gesto quase divino. Obrigado por
este gesto!”.
( http://www.news.va )
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
Por que fracassam tantas famílias?
Por que fracassam tantas famílias?
- Ter ao invés do Ser
O ‘’ter” é importante
e indispensável para a nossa sobrevivência. Alguns contudo, só pensam no “ter”
se esquecem de “ser”. Dificilmente alguém nos fala que
fulano é virtuoso, é um santo, é caridoso, mas muitos nos falam que sicrano é
rico, tem muitas casas, fazendas, e ganha milhões por mês!
Se de um lado é bom ter, mais importante é
ser um cidadão correto, solidário, educado. O cidadão que “é” que possui os
predicados atrás, é preferível ao que “tem” posses, mas desvestido de valores
morais.
Quando a família inverte essas prioridades
e só pensa em acumular, embora esteja solida materialmente falando, sua
estrutura poderá estar sendo corroída, seus membros corrompidos, seu caráter fragilizado, pois não exercitou a
solidariedade e a partilha. Podendo, contudo, aliar posse de bens com posse de virtudes, e
partilha de ambas (posses e virtudes), essa família passara, então, a ser
exemplo.
2- Egoísmo
Quem só pensa em “ter”, deixando se “ser”, acaba se
isolando, torna-se avarento e egoísta. O egoísmo é um dos piores pecados, visto
que a pessoa enrosca-se em si mesma,
patina e não sai da crosta que ela formou. Procurou proteger-se tanto que se
perdeu na atribuição e distribuição de valores perenes.
O próximo, para o egoísta, esta muito
distante. Ele não sente e nem pressente a necessidade alheia. Interessa-lhe tão
somente o seu bem estar. Uma família, onde medra o egoísmo, não pode subsistir,
e o seu esfacelamento é iminente.
3- A falta de dialogo
Aquele que não
privilegiou o “ser”, que se atola no egoísmo, emudece-se, visto que evita
dialogar, já que o dialogo para ele representa alguma perda. Fechando, assim,
os canais de comunicação, que lhe poderiam abrir a mente e o coração, não lhe
resta outra alternativa senão falar consigo mesmo
.
Vitima de um monologo indecifrável, sua família
é pré-falimentar material e
espiritualmente falando, pois não havendo troca de ideias, não se trocam e nem
se eliminam as dificuldades, que tendem a aumentar causando a ruína da família.
4- Dificuldades financeiras
A família também se esboroa por causa de
dificuldades financeiras. Casa em que falta pão, todos gritam e ninguém tem razão.
É preciso que todos colaborem para o sustento do lar e não somente o pai ou a mãe.
Os filhos não podem se acomodar e sim se incomodar, estudando, economizando e
participando das despesas do lar, sob pena de retrocesso e ruptura dos laços
familiares.
5- A falta de DEUS, e de oração
Esta é a principal causa de esfacelamento
da família, pois, casa sem oração e sem Deus, e vitima inevitável dos poderes
do mal. E quais são esses
poderes? Egoísmo, consumismo, falta de respeito e de amor, decadência moral e
perda de princípios éticos e idolatria do mercado.
Quando mais
ostentação e consumo supérfluo, menos família se é, mais distante de Deus se
torna. Os valores do espirito já não são prioritários para o consumista, e
Deus, para ele é uma entidade distante, ou talvez entidade nenhuma. A família sem
fé e sem obras é uma família falida e infeliz.
A família bem constituída, sem os vícios
ora abordados, é o sustentáculo da fé. A fé sustentável é alicerçada em valores
familiares elevados. A fé sustenta a família, que por sua vez sustenta a fé. Uma
engendra e solidifica a outra. Sem fé e sem obras, a família paradigma que
estamos comentando não medra, não viceja. Com fé, rompe barreiras, aprimora o caráter,
gerando paz, amor e harmonia familiar.
( texto de A família como vai? autor J. Marques)
sábado, 31 de janeiro de 2015
Quatro Maneiras de reavivar o amor conjugal

Existe uma grande diferença entre esperar que as coisas aconteçam,
e fazer acontecer. Para mantermos viva a
chama do amor através do tempo é necessário “ fazer acontecer
“. O casal
deve encontrar uma maneira de apaixonar-se a cada dia.
Temos escutado que o amor é como uma planta, devemos regá-la,
adubá-la, coloca-la ao sol , cortar as
folhas secas, enfim cuidar para que ela permaneça bela e viva. Da mesma maneira
com o relacionamento conjugal é necessário cuidar e fazer com que o coração não pare de bater.
Apresentamos quatro propostas para fortalecer o amor
conjugal, existem muitas outras , todas são questão de fazer acontecer.
1- Tempo de qualidade:
Para reviver a chama do amor é preciso de tempo de qualidade , sem pressa,
sem filhos, sem queixas ou reclamações. Especialistas em relacionamento
matrimonial asseguram que um momento
somente para o casal uma vez na semana fortalece o matrimonio melhora a comunicação,
aquece o romantismo melhora o desempenho sexual .
Além deste tempo semanal a sós, é importante que o casal busque outros
lugares para desfrutar a companhia um do outro , por exemplo ir jantar fora,
assistir um filme, caminhar juntos ,tomar
um vinho após a jornada de trabalho ....
e voltar a namorar
.
2- Recuperar o romantismo
Embora, estar
apaixonado viver o amor romântico seja
comum e importante na fase de namoro , no casamento pode ser ainda muito mais importante. Há casais que não acreditam
mais neste amor sentimental, porque não sentem mais a emoção que sentiam na adolescência
e na juventude , mas é apenas um mal
entendido , porque quando realmente amamos a pessoa na qual estamos casados , sabemos que os sentimentos são diferentes que
nosso amor amadureceu , os nossos
sentimentos amadureceram, todo o relacionamento amadureceu , mas mesmo assim o
amor romântico revitaliza nossa relação.
Romantismo com o
forma dos casais reviverem o amor a paixão do período de namoro. Uma flor, alguns chocolates, um
jantar... temperando com o romantismo
que cuida dos detalhes como velas no jantar, uma palavra amável , um abraço
carinhoso, um gesto de colaboração, cuidar da aparência física para agradar o outro criando um ambiente delicado
aconchegante adequado a um casal que procura cultivar o amor.
3- Ver a importância do outro
A rotina, as ocupações diárias muitas vezes nos levam a
esquecer do nosso cônjuge , achamos que esta tudo bem e muitas vezes não nos
damos ao trabalho de perguntar como ele/a se sente , isto cria um clima de
desrespeito e pode até gerar discussões
O dialogo é a melhor forma de saber o que se passa com o
outro, talvez por traz das acusações, das disputas existam medos ,inseguranças
que só podem ser descobertos após uma conversa intima e franca. Estes diálogos podem
muitas vezes tomar rumo que melhoram o relacionamento pois se toma a consciência que somente o cônjuge é a pessoa
que nos ajuda, apoia, nos compreende, e com isso reafirma o compromisso de amor.
4- Aproveitar as Crises
Especialistas dizem que as crises acompanham as diferentes
fases do casamento (isto não se aplica a todos os casais) mas se for bem
administradas ajudam a melhorar diversas situações em ambos os cônjuges, rompendo com a rotina que é a inimiga numero
um do amor conjugal. Pequenas discussões podem ser exploradas com reconciliações
que geralmente acabam em uma noite de amor romântico.
Vontade e a determinação
é o começo de um plano de ação. Para reviver o amor conjugal você deve cuidar
do homem ou da mulher que esta ao seu lado .
( baseado texto lafamilia.info )
sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
quatro pilares da fidelidade conjugal
Juntos
para sempre
«O verdadeiro amor é não de um dia, mas de sempre», afirmou Charles-Ferdinand Ramuz 1,
e na Bíblia lemos: «Amor e fidelidade andam de mãos dadas» (cf. Sl 89).
Ao contrário destas afirmações, tudo
nos leva a pensar, no mundo atual, que é disparate acreditar na estabilidade
das relações humanas. Então, a fidelidade será uma graça concedida, uma
provação sobre-humana, um ideal inacessível ou será um desejo partilhado, uma decisão
refletida?
As estatísticas indicam que, em cada
três casais, um está condenado ao fracasso. Da mesma forma, os geneticistas
dizem que, se no genoma humano se encontra uma predisposição a apaixonar-se,
não se encontra qualquer suporte que indicie que assim se ficará ou porquanto
tempo os apaixonados são capazes de ficar juntos.
Segundo a psicologia comparativa,
poderia parecer natural que os homens, e também as mulheres, se afastassem dos
cônjuges em certos períodos e, em certas circunstâncias, fossem infiéis. Será,
então, contra a natureza que pessoas que se escolheram livremente se mantenham fiéis
até que a morte as separe? As leis da natureza não são leis inelutáveis que
regem os nossos comportamentos. Se o homem se adapta facilmente ao seu
ambiente, o seu comportamento continua a ser flexível: dispõe de remédios para
tecer a sua história e para dar
significado às relações e ao diálogo.
Para manter –se fiel, é preciso tomar a decisão de se manter
constante, é preciso querer. A vontade desempenha um papel capital na dinâmica
própria da fidelidade
É fiel aquele «que não falta aos
compromissos assumidos e que demonstra uma afeição constante», diz o
dicionário, e acrescenta: «é fiel aquele que mantém relações amorosas apenas
com a pessoa com quem se comprometeu». A modernidade não encoraja a monogamia nem
a fidelidade, não valoriza o vínculo nem a duração. Duas pessoas
que se aproximaram uma da outra e que
se maravilharam com os novos sentimentos de ternura que sentem uma pela outra
desejam que esse estado se eternize. Prometem uma à outra fidelidade para toda
a vida. Essa promessa tenta suprir a falta que resulta da inevitável diferença que
sempre separa os apaixonados. É o mistério de toda a relação humana. Mas qual é
o apaixonado que não tem a convicção íntima de que os sentimentos que
experimenta pelo outro resistirão à erosão do tempo e asseguram a permanência?
A tensão da vida que suscita o nosso
desejo e alimenta a nossa expectativa e a nossa imaginação pode, infelizmente,
ser fonte de desencanto. A harmonia no casal é corroída pelo tempo e pelas
dúvidas: as experiências apaixonadas e intensas com o outro vão diminuindo, e
ninguém se pode instalar na convicção
de que o cônjuge lhe pertence até ao fim dos seus dias. A partir desta dolorosa
verificação, é-se levado a interrogar-se sobre se não se terá feito um erro na
escolha do cônjuge.
A ciência não nos dá remédios fáceis
para forjar relações duradouras e fecundas. No entanto, as sondagens revelam
que a grande maioria dos casais está satisfeita com a sua vida em comum, apesar
das imperfeições do seu comportamento sexual. «Nunca te esqueças que, num bom casamento , o mais importante não
é a felicidade mas a estabilidade », faz o poeta García Márquez 2 dizer
a uma das suas personagens em “O amor no tempo da cólera”. A
estabilidade é um fator bem colocado na escala dos critérios necessários ao
êxito de uma vida de casal.
1 Escritor
suíço (1878-1947).
2 Escritor
colombiano, Prémio Nobel da literatura 1982.
Griffo
nosso
A fidelidade deve ser
inovadora
Para os aventureiros do casamento, o «duro
desejo de permanecer» (Paul Eluard 3) e a fé forjam a intenção de dar
sentido a uma relação, de inventar um novo estilo de vida, «de escrever uma
história numa relação com o passado, numa atenção ao presente e numa vigilância
relativamente ao futuro» (cf. Gérard Bailhache). E, uma vez que
estou convencido de que só o outro me pode fazer feliz, e que por isso
representa para mim a felicidade, poderá haver a mínima dúvida quanto à minha
competência e aos meus meios para satisfazer o seu desejo, para querer o seu
bem com todo o meu ser? Mas a parte de incerteza inerente a este pacto de
solidariedade e à promessa de fidelidade pode infelizmente dar lugar também à
traição, se o diálogo no casal não tiver sabido dissipar as tensões que resultam
da oposição entre o desejo e a realidade.
A fidelidade conjugal «contra ventos e
marés» é uma dimensão fundamental da nossa humanidade. São muitos os lugares da
fidelidade: a religião, a família, a amizade, os compromissos … Desde Homero, ela
é cantada pelos poetas em todo o mundo; faz vibrar os corações e faz correr
lágrimas. Tem por objeto homens de todas as idades, mas não pode ser dissociada
do amor.
Se o dicionário descreve a fidelidade
como qualidade do que respeita compromissos assumidos, o aspecto que aqui nos
interessa é o testemunho de pessoas que cumprem a sua promessa e respeitam os seus
compromissos para com o cônjuge até ao limite do possível. Descobre-se, então,
a força dessa fidelidade que é a própria força da fé, tradução do latim fides:
fé no vínculo, fé no outro e, para o crente, abertura à transcendência,
à verdade e à eternidade: Deus.
A fidelidade não está em crise, ela
própria é crise, porque incessantemente e a todo o instante nos obriga a
manter uma decisão, tomada no impulso do início, de refazer uma promessa
abalada pelos cantos melodiosos das sereias, de voltar a dar uma palavra
enterrada no esquecimento. Nem a fidelidade nem a infidelidade são fatalidades.
A fidelidade constrói-se, dia a dia, com perseverança e energia. Estaremos
prontos a pagar esse preço por um ideal em que se fundamentam a história das
nossas comunidades e o futuro do nosso casamento?
A
construção da fidelidade no casal assenta em quatro pilares:
* A fidelidade
conjuga-se com a confiança: iniciar uma relação de
confiança com alguém é uma maneira de dar ao outro a importância a que ele tem
direito, de lhe dizer: Tu és uma pessoa e não um objeto intermutável e
manipulável consoante as minhas emoções, os meus desejos, os meus instintos.
Mereces consideração e respeito. A fidelidade pressupõe um contrato, uma
declaração de intenção e de crédito. Para dar crédito a alguém é preciso
Conhecer esse alguém de verdade: é preciso confiar no
ser amado; «o verdadeiro amor não é de um dia … não tínhamos nada para começar,
tudo estava por fazer» (Charles-Ferdinand Ramuz). É preciso fazer um esforço
para manter um vínculo e para respeitar uma promessa feita. Nos nossos
esforços, somos ajudados pela representação da felicidade suscitada em nós pela
ternura e pela cumplicidade com o outro, ser de carne e osso. A manutenção do vínculo
não é um apego a si mesmo, uma atitude moral que a razão nos imponha; é a
encarnação de um contrato de vida, e esse contrato deve ser revisto, corrigido,
retomado todos os dias, tendo
em conta os contratempos da vida
quotidiana.
* A fidelidade
desenvolve-se no tempo, e isto pode ser interpretado como um desafio
lançado ao tempo. O tempo é irreversível. Não é um longo rio tranquilo. Quantos
meios é preciso pôr em ação para passar do imaginário ao real, da
nostalgia do passado às previsões do futuro! O tempo é uma oportunidade para a
construção de uma relação. Permite que a vida seja criativa. O tempo não é só
desgaste, é também impulso vital. O amor, sobretudo, amadurece: pode melhorar como o vinho.
A harmonia que se estabelece com o tempo é certamente menos apaixonada e menos passional do que a do início, mas
torna-se mais real. Já não estamos
Sozinhos a correr o permanente risco inerente a essa
relação paradoxal de entrega de si a outro/a, de oferenda ao outro do que nos é
mais caro: nós próprios. O risco já não é solitário: a fidelidade vive-se com
outra pessoa, é caminho de descoberta de si e do outro que passou a ser a
pessoa mais próxima. Qualquer que seja o futuro que tivermos imaginado, ele
nunca se realiza sem que tenhamos sido secretamente desiludidos. A fidelidade, tal
como a ternura, tem incessantemente necessidade de palavras para se dizer, se
partilhar, se construir, se recompor.
* A fidelidade passa
pelo perdão. Para
o diálogo e para a escuta no respeito é preciso explorar as
alegrias e as provações, as traições e as decepções que correm o risco de levar
ao desencanto. Por vezes, fazem-se ouvir os apelos dissimulados da tentação: por
que será preciso renunciar? O diálogo é indispensável à construção de uma
relação, ao passo que o silêncio lhe é funesto. Quando surgem divergências
profundas que provocam rupturas
ou traições, a frágil fidelidade
humana precisa de ser rodeada de tacto e de solicitude. Ela não está inscrita
nos nossos genes. Podemos aprender palavra a palavra e passo a passo a
atravessar na paciência essas obscuridades quando já não sentimos nada,
quando já não compreendemos nada. Toda a falta pode ser perdoada, desde que se
queira. O perdão está no centro da aventura conjugal e, para lá dos conflitos,
é preciso acreditar na reconciliação possível. Quem ama verdadeiramente é
levado a perdoar. Estender a mão e deixar que nos deem a mão: eis o segredo do
perdão, que não é resignação mas fonte de fecundidade e de liberdade. O perdão
restitui a paz, enquanto o perdão recusado asfixia.
* A fidelidade é uma arte
de viver. Não
é uma ascese. Há que sublinhar a importância do ato sexual, profunda e ligeira
ao mesmo tempo, e levar a sério a atração dos sentidos, os seus aspectos de gratuidade,
de poesia e até de desordem. Nos nossos dias, já não é possível silenciar o
papel positivo do prazer carnal sobre o qual se constrói a estabilidade do
casal e que não deve ser asfixiado sob o peso das regras morais. A fidelidade
deve ser inventiva, não se deve tornar monótona nem enfadonha. Os cônjuges são
chamados a reajustar constantemente a sua vida em comum a novas referências, a
cultivar o prazer de estarem juntos de modo a que bastem poucas palavras e
poucos gestos de ternura para responder às expectativas do outro. Isto supõe
uma grande disponibilidade e uma grande exigência, pessoal e recíproca. E
quando tudo vai tão bem que já não têm vontade de se separar, é preciso poderem
suportar a separação, deslocarem-se para espaços diferentes, criar lugares de
solidão possível. Compete a cada um descobrir o seu espaço interior e a
capacidade de nele se manter e de o cultivar ; isto implica que também se
respeitará o jardim secreto do outro, que nunca se lhe forçará a porta. O amor
procura penetrar os segredos íntimos do ser amado, todavia «o verdadeiro amor
contorna os segredos da solidão do ser amado e permite que ele os guarde para
si» (cf. John Merton)
Para concluir:
A fidelidade é uma atitude
responsável quotidiana que nos volta para o infinito, abrindo-nos a uma
história imprevisível. Este apelo é um convite a dar e a receber; precisamos de
aceder a questões que sabemos serem vitais, um desafio “contra todos os riscos”
ao desgaste do tempo. A fidelidade não é uma palavra, é um sinal. A
nossa fidelidade pode apoiar-se com segurança na fidelidade de Deus. A
fidelidade é o atributo mais importante de Deus e está associada à sua bondade
paternal: Ele é o “rochedo” de Israel, nome que simboliza a sua fidelidade
imutável, a verdade das suas palavras, a solidez das suas promessas. Pelo
sacramento do matrimônio, Deus consagra a nossa fidelidade conjugal através do
“Sim” que nos compromete para sempre.
Não será presunçoso fazer esta
afirmação quando se fez a experiência do silêncio de Deus no sofrimento e na
aflição? Onde está Deus no fracasso? Temos a plena revelação disto em Jesus
Cristo, cuja Paixão não é só a partilha dessa experiência de abandono, mas é
também fundadora de sentido, fazendo dela um caminho de ressurreição. Em Jesus
Cristo manifesta-se a fidelidade de Deus que vai além de todas as promessas da
Aliança. É um sinal que revela, tornando visível aos olhos dos homens o amor de
Cristo pela sua Igreja. A fidelidade de Deus reclama a nossa. Convida-nos a
estar atentos à sua presença, não para esquecer a de um ser amado mas para subir até à fonte desse amor. «Que, no
meio das mudanças do mundo, os nossos corações
se fixem onde estão as verdadeiras alegrias» (cf. Missal Romano).
( extraído do livro Homem e Mulher Ele os criou - Reflexão Crista sobre a sexualidade-
equipas de Nossa Senhora - equipa responsável internacional )
quinta-feira, 29 de janeiro de 2015
Como enfrentar uma crise financeira em família
Quando nos encontramos diante de uma difícil crise
financeira, a união e a compreensão familiar são as melhores alternativas para
atravessar este difícil momento. A união do casal diante da situação visando criar um ambiente positivo , é uma
grande oportunidade para ensinar os Filhos a assumirem também esta dificuldade e trata-la como um evento
normal da vida e assim saírem fortalecidos e também aprendam a confrontar situações
similares no futuro
Também é o momento para dialogar com os filhos e envolve-los a participar e compartilhar da
situação que a família esta atravessando, mas nunca de uma maneira dramática,
pessimista , e sim com muita fé e
esperança e oração. Assim nossos filhos compreenderão que se a família passa
por dificuldades e necessidades, todos
juntos deverão fazer o possível para que tudo melhore.
Devemos com franqueza comunicar a nossa real situação aos
nossos filhos, a cada um de acordo com sua capacidade de compreensão, é muito
importante que eles sintam parte da unidade familiar, aos adolescentes devemos envolve-los e ate se possível
faze-los participar de algumas decisões, isso vai ajudar a promover um contexto
de união da família tornando mais suportável atravessar esta dificuldade. “Estudos
ao longo dos últimos 30 anos, provou que a melhor maneira de uma família
realmente superar a crise é basicamente permanecer unida e trabalhando como uma
equipe(..). O casal e os adultos da família deve se concentrar em manter uma
relação positiva quando há ou quando não há dinheiro. Dr. Lenna Ontai indicou em um artigo da Universidade
da Califórnia
Para Refletir
Cada crise é uma situação única, e as condições também
variam de família para família , no entanto quando estamos enfrentando uma
crise financeira , há vários fatos em comuns
que podem acontecer:
1. angustia dos filhos: o
desejo de mais e mais, muitas vezes influenciado por seus amigos com maior
capacidade econômica, ou mesmo a influencia publicitaria, será um desafio que
os pais deverão aprender a lidar. É essencial ensinar os filhos a valorizar o que tem, sem a pretensão de ser
o que não está ao seu alcance.
2. Adolescentes podem fazer parte das decisões da família: quando
colocamos os filhos jovens e adolescentes a participarem das decisões eles se
sentem valorizados , a possibilidade de opinar sobre a situação , sobre as decisões
, torna-os mais propensos a conscientizar-se da situação que a família esta
atravessando e também a uma maior colaboração com as decisões tomadas. Porem a
algumas decisões que somente os Pais deverão tomar, outras poderão ser tomadas
em conjuntos com os membros das famílias.
3. Não deixe
que a crise contamine o ambiente familiar: você não deve adicionar um problema e cima de outro problema: a crise conjugal ou conflito
com as crianças, tornará muito mais complexo o dilema econômico. Diante de
dificuldades como essas, você deve preservar a união e tranquilidade, porque a angústia
distorce a visão real do problema impedindo que vejam possíveis saída da crise
financeira . Um ambiente familiar
harmonioso, ajudara a enfrentar a crise e trata-la de forma eficaz.
4. As crises são cíclicas: hoje estamos bem, amanhã não saberemos, ou
vice-versa. Como na maioria dos casos, os ciclos acompanham a vida, há bons momentos e alguns não tão bons,
por isso lembre-se tempos melhores há de vir . Tenhamos fé e esperança ao invés do desespero.
5. O Orçamento Familiar : Em tempo de crise ou não, o orçamento familiar é uma ferramenta
essencial para conhecer a realidade das finanças domésticas. Faça um
orçamento mensal, é uma medida preventiva, que o convida a ordem e boa gestão
do dinheiro. Além disso, poderá criar uma atmosfera de poupança na família,
onde as crianças reservam parte de suas rendas para diferentes fins , e terão essa crença, como parte de sua vida.
6. Manter o Casamento, mais
unidos do que nunca: a crise
econômica e, em geral, todas as dificuldades, é também uma oportunidade de amadurecimento , crescimento e pode até fortalecer o casamento. Isso
depende da atitude como lidamos com a situação. É
importante estarmos muito unidos em
tempos de escassez material, de apoiarmos sermos positivos, confiantes , a fim de superar a adversidade.
( fonte : traduzido de http://www.lafamilia.info )
terça-feira, 20 de janeiro de 2015
QUATRO MANEIRAS DE TRAZER A FELICIDADE PARA AS CRIANÇAS !
Todos os pais concordam que não há maior amor do que você
tem para as crianças. E esse amor que compreende ainda o grande desejo de
fazê-los felizes. No entanto, alguns pais tendem a perder o foco do
significado da felicidade e se esqueça que para fazer seus filhos felizes, não é
a melhor escola, ou uma casa grande, não
é um tablet, nem satisfazer todos os
seus caprichos é necessário. Propomos, portanto, quatro maneiras muito simples
que todos os pais têm à sua disposição para fazer seus filhos felizes
.
1. tempo de qualidade
Podemos dar-lhe o mais recente celular ou preenchê-los com brinquedos, mas se, como pais, não dedicarmos tempo de qualidade para os nossos filhos, nunca iremos faze-los felizes
Mas não é apenas só a
presença física, vai muito mais além: È brincarmos juntos quando chegamos em casa, é ler um livro juntos ou inventar uma história, é jantar
juntos como uma família, apoiar os filhos adolescentes em seus gostos e com palavras
amorosa ,decifrar seus medos, é rir em voz alta, é dar-lhes um abraço, é ouvir
e deixar de lado whatsapp ou a notícia do momento, é ensiná-los a andar de
bicicleta ou a ajudar a pintar uma flor ... É assim que se faz feliz um filho,
esses momentos são os melhores presentes que um pai pode dar.
2. Manter um bom casamento
"As crianças não só têm necessidade de alimentos, mas
todo um clima de afeto e de segurança, que normalmente fornece amor parental
mútuo e visível. Portanto, é claro que a primeira vítima do conflito
conjugal, é o filho. " Por isso, o melhor presente que um pai ou mãe pode
dar a seus filhos é amar o seu cônjuge. Um
lar harmonioso é fundamental para que as crianças cresçam saudáveis
emocionalmente.
3. Transmita-lhes Valores
Os valores são a base de sua felicidade no presente
e no futuro. Uma criança que tenha sido treinado no respeito, na disciplina,
no controle da vontade, na gratidão, no esforço, para citar alguns, será um adulto
qualificado para enfrentar diferentes situações, tanto satisfatório como situações
desafiadoras. E uma pessoa que sabe como enfrentar a vida com integridade,
aprende a encontrar a felicidade nela. A felicidade é uma atitude de vida,
e, portanto, deve ser ensinada às crianças.
4. Seja seus pais, e não os seus amigos
"Nós queremos ver o rosto dos nossos filhos nos dizendo que estamos
ultrapassados, que somos diferentes dos pais de seus amigos, que são " Legais ". Na verdade, nós
queremos ser pais legais, parecer evoluídos e isso nos torna extremamente ambíguos na
forma como educamos; ficando difícil dizer não. Damos excesso de explicações nos tornamos os reis do "dependente", com isso,
colocamos as crianças em uma rede de
inseguranças que impede que eles saibam o que é certo e errado e tudo parece
possível. ", Explica a psicóloga chilena Pilar Sordo
Amar as crianças é dizer "não",
é adiar seus desejos, é motivá-los a lutar, é
estabelecer limites, é mostrar as suas falhas e ajudar a corrigi-los ... Isso
faz com que seja um pai, não um amigo. Por isso dizemos
que Os pais devem alcançar uma relação de confiança e amizade, mas só a autoridade não educa, enquanto só a amizade desvia o objetivo
educacional.
( http://lafamilia.info/ )
domingo, 18 de janeiro de 2015
DICAS PARA SER UM GRANDE PAI.
Por Padre Michael Sliney, LC, e Matt Williams
Assim como Deus Pai, um pai deve dar
a suas crianças um amor constante e estável, provendo o que é bom para sua
família incondicionalmente (“Se um filho pedir um pão, qual o pai entre vós que
lhe dará uma pedra?” Lucas 11, 11). Isto significa prover aquilo que a criança
precisa, não necessariamente o que elas querem. Também significa protegê-las
daquilo que é mau e danoso.
Um pai não pode modelar o amor de
Deus se ele não está presente nas vidas de suas crianças, assim como Deus está
constantemente presente nas nossas. Então ser modelo do amor de Deus Pai também
significa estar lá, no dia-a-dia. Às vezes os dias comuns são os mais
importantes lá na frente.
Com estes pensamentos em mente, aqui
vai uma lista de dicas práticas para ser um grande pai. Com a ajuda generosa de
Matt Williams, nós novamente entrevistamos mães, pais e suas crianças para
ajudar a compilar a lista a seguir:
1. Seja fiel à sua esposa: o melhor presente que você pode
dar a seus filhos é ter um ótimo casamento. Ame sua esposa incondicional,
aberta e afetuosamente, na frente de seus filhos.
a. Apóie suas decisões e nunca
abertamente diminua, critique ou ridicularize qualquer decisão disciplinar dada
por ela na frente de seus filhos.
b. Seja um front único
com ela, garantindo que ela esteja sempre na mesma página em qualquer decisão
que envolva os filhos.
c. Trate o desrespeito de uma criança à
sua mãe como uma ofensa séria.
2. Seja o cabeça espiritual da família: a fé de uma família precisa vir
primeiramente do pai. Não importa o quão santa seja a mãe, de nada adiantará se
você não for tão forte quanto ela.
a. Viva sua fé abertamente na frente de
seus filhos e os ensine e encoraje a fazer o mesmo.
b. Ofereça orações e sacrifícios diários
por suas crianças.
c. Determine metas espirituais para cada
um de seus filhos (reforce uma virtude em particular).
d. Vá à igreja e ore com sua família
(mesmo que não seja Católico).
e. Leia as Escrituras para aprender
sobre Deus Pai para então poder ecoar suas qualidades paternas.
3. Separe trabalho da vida familiar: sempre há mais trabalho a se
fazer... Quando você chega em casa do trabalho, você deve se separar daquele
mundo tanto quanto possível.
a. Faça um esforço para chegar em casa
numa hora razoável e ter um jantar em família.
b. Desligue e-mail e Blackberry de sexta
até domingo ou quando estiver junto aos seus filhos em eventos esportivos,
peças na escola, etc. (esteja engajado no que eles estão fazendo).
c. Esteja disposto a passar um tempo
significativo com seus filhos à noite.
4. Seja o guardião da virtude de sua
filha: as
filhas frequentemente se casam com alguém parecido com o pai. A forma como você
trata sua filha, a encoraja a se vestir, etc., é a medida que ela terá de sua
virtude até a sua adolescência. Ela irá ganhar confiança de seu pai e aprender
como os garotos devem tratá-la.
a. Honre sua esposa na frente de suas
filhas.
b. Vá/Crie encontros Pai/Filha(s) em
dias específicos (faça o que elas gostam de fazer).
c. Deixe as coisas de garotas para
garotas: deixe sua esposa dar conselhos sobre namorados, fofocas, panelinhas e
outros tópicos mais femininos.
d. Dê tanta atenção para suas filhas
como dá para seus filhos: isso pode impactar diretamente a pureza de suas
filhas mais à frente (por exemplo, sem atenção de seu pai fará uma garota
procurar esta atenção em outros homens).
5. Seja um exemplo para seus filhos: não importa o quanto fale para
seus filhos o que fazer, isso não terá efeito a não ser que você pratique o que
prega. O que você faz é cuidadosamente analisado e assimilado por eles.
a. Viva pelos padrões que você define
para seus filhos (especialmente no que tange a livros, filmes e outras mídias).
b. Tenha cuidado com quem você passa o
seu tempo: o comportamento de seus próprios amigos influenciará seus filhos
também (uma observação: desenvolva amizades com outros pais para trocar
experiências).
c. Evite o excesso: bebida, TV,
computador, etc.
d. Seja um exemplo de cavalheirismo,
ética, honra, boa linguagem e maneiras à mesa.
6. Seja o melhor amigo e conselheiro de
seus filhos: como
um pai você deve estar disponível, alguém que seus filhos podem buscar para
qualquer necessidade.
a. Mostre-se interessado no que seus
filhos estão fazendo e conheça os amigos deles. Chegue até onde eles estão,
para então ajudá-los.
b. Envolva seus filhos no trabalho
doméstico (mexer no jardim, lavar o carro, etc.), usando isso como oportunidade
para formação.
c. Seu conselho realmente importa para
seus filhos (invista tempo explicando princípios morais chaves para seus
filhos)
d. Procure entender seus filhos e depois
ser entendido por eles (silêncio e escuta são uma parte importante da
paternidade).
e. Não trate cada filho da mesma
maneira. Seja sensível às suas diferenças.
f. Seja generoso ao expressar orgulho e
aprovação às suas crianças (nós amamos você, estamos orgulhosos de você, etc).
g. Defina expectativas claras para seus
filhos.
h. Não faça promessas que não poderá
cumprir.
i. Dê igual afeição para todos os seus
filhos, especialmente os meninos (se um menino ganha bastante atenção de seu
pai, ele crescerá para ser um homem afetuoso e compassivo).
7. Esteja presente na vida de seus
filhos: você
não conseguirá nada disso se você não estiver passando tempo em quantidade e
qualidade suficientes com sua família.
a. Dê a eles sua atenção exclusiva e
evite a “multi-tarefa”: se você for falar com seus filhos ou fazer algo com
eles foque-se completamente nisso.
b. Passe um tempo individual com cada um
de seus filhos: não tenha favoritos (invista tempo e esforço igual para cada
um).
c. Tente tirar férias que
permita a você passar muito tempo junto em família: viagens de carro, acampamento,
etc.
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